É impressionante nossa capacidade de julgar. Somos cheios de juízo até mesmo quando afirmamos que nossa denúncia não se dirige a pessoas e sim a fatos ou palavras ditas por elas. A verdade é que constantemente só mudamos de grupo, de time, de gueto, de bando, de religião, mas continuamos os mesmos, cheios de juízo contra o próximo. Muitos ao trocarem de grupos passam a “lançar no inferno” todos os que antes chamavam de irmãos. Eu confesso meu pecado. Falta-me muito para ter minha língua controlada. Quantas vezes quando abrimos a boca para falar sobre quem quer que seja pensamos nos efeitos dessas palavras na vida dos indivíduos envolvidos e suas famílias? Não quero viver uma reforma ou revolução que precise destruir o outro, seja o outro quem quer que seja. Desejo pregar o Evangelho respeitando sempre a alma do próximo. E creio que isso sim, é possível. Quero continuar com a liberdade de dizer tudo o que penso e sinto, mas sem precisar ferir quem quer que seja. Não quero que minhas tri...
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