É inegável que a chamada constelação familiar é um tipo de terapia controversa, e preciso confessar que durante muito tempo nem me abria para sua investigação por perceber nela elementos que me apontavam para um não-terapêutico. Foi somente com a insistência de alguns colegas terapeutas que decidi usar meu espírito investigativo para conhecer mais sobre essa tão badalada terapia. Sabemos que a crítica feita a essa modalidade de terapia por determinados corpos de profissionais se dá pelo fato de até o presente momento, não existir um corpo de pesquisas empíricas que sustentem sua eficácia, efetividade e segurança. E para muitos suas bases teóricas incluem campos frágeis cientificamente. Um outro problema é o claro uso dessa terapia associado a elementos de ordem esotérico e religioso. Na minha escuta de participantes de constelação foi comum ouvir do espanto deles de coisas misteriosas num nível de mediunidade. Ora, esses testemunhos mostram bem a relação com o místico...