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Mostrando postagens de dezembro, 2019

Natal, a alegria dos povos

Chegou mais um Natal! E como é bom a vida ser feita de ciclos, tempos, espaços, pois são eles que permitem os recomeços, o novo, o avançar, o evoluir, o rever, arrepender-se e seguir. E que bom que celebramos essa data tão perto do fim de ano. Podemos, então, reunir todas as nossas energias para nos empenharmos em direção ao novo. Mas, onde começa o novo? O novo não começa em uma data, por isso muita gente não sente o que sinto no Natal. Há quem nem goste dessas datas, sentem tristeza, melancolia, e coisas semelhantes, talvez, sejam pessoas que tem dificuldade de lidar com o final das coisas, gente que olha apenas o que se perde e não o que se ganha. O novo começa em nós, por isso mesmo havendo uma data para o Natal, o verdadeiro só ocorre no coração daquele que acolheu a esperança. Natal é símbolo de nascimento. No meio das trevas brilhou uma luz. Sim! Natal é símbolo da vitória da luz sobre as trevas, da vida sobre a morte, da salvação sobre o pecado. É o anúncio que...

Felicidade é possível

A felicidade é o tema por excelência da filosofia, isso porque é inegável que é o objetivo da vida de cada humano. Porém, mesmo sendo algo universal, conceitualmente não foi e nem é assim. Do conceito a realidade há discussões, afinal o que é felicidade? É possível ser feliz? Eu, como qualquer ser humano, desejei e desejo a felicidade. Já me vi feliz, infeliz, já mudei minha ideia de felicidade, mas nunca deixei de querer ser feliz. Foi preciso um longo caminho para que eu, enfim, entendesse que não é possível ser feliz sem a organização dos afetos e da razão. Entendi que há uma diferença entre alegrias transitórias e felicidade. E que a dependência da felicidade dos elementos externos não pode garantir nenhuma felicidade. Se o homem é forjado pelo desejo, e este liga-se ao prazer e ao desprazer, a felicidade está ligada a administração disso. E administrar é reconhecer nossos desejos, entender nossas paixões, compreender o que nos rege dentro e fora, perceber os limites ...