Estou com febre e meu corpo todo dói. Enquanto isso penso. Ontem lia as primeiras páginas de “A paixão segundo G.H” e já fiquei tomado pela questão da identidade, da pessoa, do que significa o humano. Rabisquei bastante e desejo mergulhar mais fundo nas questões sugeridas. Daí perguntei no grupo – sociedade – do facebook: O que é pessoa? Meu amigo Al Duarte respondeu: uma máscara boiando no mar... Estávamos agora diante de outros termos que desencadeariam uma serie de perguntas: O que esconde a máscara? Ainda há rosto diante da infinidade de máscaras? Para mim estávamos diante da virtualidade que nos cerca e nos atravessa. Metafísica? Sim, é preciso resgatar a metafísica das formas, e falar de uma metafísica da força. Pessoa não pode ser pensado como algo dado, acabado. Não pode ser pensado como fixo Eu. Nem como corpo-objeto apesar de dele jamais se libertar. Pessoa é potência, multiplicidade de eus. Não é necessariamente o que me orga...
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