Ontem li um texto do Caio e lembrei-me dos amigos que outrora pensei que fossem. Lembrei do dia que diante de um deles disse que havia muitos que me admiravam, mas pouquíssimos que me amavam, pois quem admira foge, abandona quando frustramos suas expectativas, quem ama não tem expectativa nenhuma em relação ao outro, apenas ama, e por isso na hora da calamidade está junto. Lembro-me que ele me disse que fazia parte dos que me amavam, e lembrei-me de Pedro quando disse que jamais negaria. E assim foi. Este amigo deixou de ser, e não quis sofrer afrontas perto daquele que para ele agora não era nada. Aprendi muitas coisas nesta pequena caminhada e uma delas foi não deixar-me levar pelos aplausos, elogios e louvores que nos fazem quando oferecemos algo bom, quando estamos dentro dos interesses projetados em nós. Já não acredito nos lábios que com facilidade declaram seu amor e com a mesma facilidade lhe abandona deixando-o para carregar a cruz sozinho. Aprendi a ser feliz com os poucos q...
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