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Mostrando postagens de Outubro, 2013

A Linguagem e a Morte

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"A linguagem é a expressão adequada de todas as realidades?" Fonte - O Livro do Filósofo Autor - Nietzsche , Friedrich
Só podemos experimentar a morte como símbolo!
Existem duas características fundamentais do ser humano, a linguagem e a morte e no meio delas a angústia. Dessas procedem ‘quase’ todas as outras, como a consciência por exemplo. No entanto tais características ditas como fundamentais, estão em volta de um mistério. E todo mistério é um indizível. A linguagem não pode falar de si, na verdade a linguagem não pode falar de nada. Tudo que está na linguagem é segundo momento, ela não pode traduzir o ser, logo, mostrar algo, querer captar o Isto na indicação significa apenas ter a experiência de que a certeza sensível é, na verdade, um processo dialético de negação e mediação; que, portanto, o absoluto, será sempre descrito relativamente. A Verdade é inacessível à linguagem. Sendo assim a linguagem conserva o indizível dizendo-o, colhendo-o na sua negatividade. Apreende…

Tempo

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Perguntei outro dia “Como se esquece de alguém se ama?”. Afirmei em uma poesia que “Um novo amor não serve para matar a saudade de outro”.
Ontem conversei bastante sobre sentimentos, passado, amores, e pensei comigo mesmo o quanto nos perdemos do bem do amor presente por ficarmos presos ao passado. Existe um fato que não podemos negar, amores acabam.
Chega a hora em que a pessoa que você precisa não estará lá. Que partiu aquela que imaginava que seria pra sempre. E o que se faz nessa hora? Aprendi que nenhuma atitude desesperada dará conta, ao contrário quanto mais nos debatemos para esquecer mais forte fica a presença ausente da que se foi.
Não é possível simplesmente com um grito libertar o coração. A multidão de conselhos só nos irrita, as fugas psicoterapêuticas nos cansam, aliás, qualquer fuga é em vão. Trabalho, festas, nada dará conta.
A velha sabedoria aqui volta para nos ensinar. Só o tempo dará conta de todas as coisas. Logo é preciso paciência, deixar as coisas terem seu…

O amor é um sofrer

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O amor é um sofrer, e não me refiro aos amores românticos que duram o tempo do seu próprio verão. Amores assim são frutos de vaidades egoístas, justificados pelo tesão que acaba ou surge. Assim os que amam desta forma podem dizer que não tem culpa mais de amar, pois não mandam nos seus sentimentos. Porém quem ama apenas nos eventos de verão nunca amou de fato.
É triste ver o caminho das relações ditas modernas que alicerçadas na justificava do prazer desfazem laços que deveriam permanecer por toda existência. Afinal o que levava mulheres a permanecerem com seus maridos por resto da vida e o que leva ao descarte tão rápido nos tempos atuais?
Ouvi algumas histórias esses dias que ainda não saíram da minha mente. Uma conversa entre uma mãe e uma filha sobre sua separação. A mãe dizia que no seu tempo quando o homem não ‘prestava’ elas o concertavam, e hoje na geração da sua filha elas descartam. Mas ao descartar encontrarão o ideal? O perfeito? E como ele seria? Tratar-se-ia de um que f…